sábado, 20 de agosto de 2011

Lápide

Viveu e amou
Com a pureza d’alma
Sentiu saudade
Até perder a calma.

Em falsos abraços,
Buscou o prazer
Quando a solidão
Fez sofrer.

Seus calorosos beijos
Provocaram desejos
E excitações,
Nunca amores
Nem paixões.

Chorou de alegria iludida
E sorriu, da dor ferida
Por não ter amor,
Murchou em vida.

Seu coração,
Que já não pulsa,
Reflete ausências
E lágrimas expulsa.

Aqui jaz
Feliz, jamais.

4 comentários:

Cláudia Benevides disse...

Nossa que bacana, você o dom para isso hein!!

Fernanda disse...

Gostei particularmente da última estrofe, um achado. Sugiro que não fique tão preso ao uso da rima, que muitas vezes eu senti limitá-lo. Alguns versos (como o último da primeira estrofe) poderiam ser mais fluidos se não houvesse essa amarra. Beijos e sucesso, querido!

France Câmara disse...

muito legal mesmo! :} http://apaixonadasporcosmeticos.blogspot.com/
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MisTureBa disse...

Parabéns em poema muito bonito, e claro com com sentimento também =D
e outra, seu blog é muito bonito ;D

http://humor-sem-graca.blogspot.com/