domingo, 15 de março de 2009

Mágoas de Março


Março no Rio

Não é de Janeiro.

O verão no fim,

A chuva a cair,

Seu cheiro ainda em mim,

Não estou inteiro.

Ouço entre as gotas d'água

Meu silêncio interior.

Do mês do ano mais severo

Guardo mágoa,

Levou-me o seu calor.

Perco-me

Em um vão momento

De fervor sutil.

A esperar de ti

Nobre sentimento,

Para fazer entender

Que um coração se abril.

Leandra Vianna

9 comentários:

Duda disse...

mt bonito.

add aqui oks?

jaka disse...

ia Continuar minha serie Control c control v, so pq nao tenho nada a dizer,. mas desisti por causa das aguas de março fechando verão...é a promessa de vida no teu coração. É pau, é pedra. É o fim do caminho...
:P

Alan Salgueiro disse...

A chuva por si só já é um grande cenário para belas obras. Aqui não foi diferente. Bela alusão (presumo eu) à canção de Elis e Tom e um desfecho que trabalha muito bem a sonoridade e a abrangência no sentido das palavras! Bonita poesia, Leandro!

Marton Olympio disse...

Poesia sempre é um enigma.
Tem a que bate. Tem a que não.
Mas ainda acho, Anomali muito bom.
é isso.
sem rima.

http://martonolympio.blogspot.com/

Cáah disse...

lindooo!! simplesmente lindo.
gostei do blog, e vou aproveitar a visita pra dar uma olhada em outros post,
bjo grande

http://nadadelicada.blogspot.com/

Renata, as Magnólias e a Estriquinina. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Renata, as Magnólias e a Estriquinina. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jorjão disse...

Excelente texto
Parabens!!
Bjao

Rafael disse...

Gostei dessa :)
Bjos